uma xícara de café (leia-se copo descartável) e um sachê de chá de camomila. Entre estes, as energias protéico-carboidratais do meu movimento pendular antissazonal. Me falta o tempero do sabor, digo, do amor. Uh, uma música a la Frank Sinatra, perdoe-me Michael Bublè. I como me cerram os vincos na testa e a moldura do chão, estremece. Hora. Pois não há nada que enterneça a vida na camelópole, não há nada que eternize o ciclo dos gases fluentes. Não há nada. Nada mais que a euforia agoniante de não saber não EXACERBAR.